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Nov
22

Público se diverte com grandes clássicos no Chuveiro In Concert do Mix Music

19/11/2009 – São Paulo – Choperia do SESC Pompéia

Começou animado o Mix Music na Choperia do SESC Pompéia, sob o comando de Érika Martins. A ex-Penélope deu início ao show, chamado Chuveiro In Concert, cantando “Can’t Take My Eyes Off Of You”, fazendo todo mundo pular e cantar em coro na hora do refrão.

Depois de cantar “Jardins da Babilônia”, de Rita Lee, Érika chamou ao palco o cantor André Frateschi, o líder do projeto Heroes, que faz covers de David Bowie. A primeira que André cantou foi “Can’t Buy Me Love”, do Beatles. Sua participação continuou com “Meu Erro”, do Paralamas do Sucesso, e, como não podia faltar, “Rebel Rebel”, de Bowie, esta já com sua mulher, Miranda Kassin, em cima do palco. O casal, em seguida, fez um dueto flamejante em “Light My Fire”, do The Doors.

Érika, que dançava e brincava com o público e os músicos o tempo todo, voltou a se destacar em cena na meiga “Estúpido Cupido”, de Celly Campello. Na seqüência, “Ando Meio Desligado”, do Mutantes, ganhou uma interpretação bem descolada de Miranda e André, mais uma vez, com destaque para os backing vocais em falsete do carismático cantor.

Assim como André é conhecido pelo Heroes, Miranda é famosa pelo projeto I Love Amy, no qual interpreta Amy Winehouse. Sendo assim, “Rehab”, da garota problema inglesa, também não podia ficar de fora. Durante essa música, aliás, alguém na plateia deu à cantora um copo de bebida para compor melhor o figurino. Perfeito! Depois dessa, Érika brilhou em “Perigosa”, das Frenéticas. Essa levantou todo mundo.

Mais um convidado entrava no palco da Choperia, e mais um casal se formava. Gabriel Thomaz, vocalista e guitarrista do Autoramas, foi apresentado por Érika, sua mulher, e mandou de cara “Twist And Shout”, contando com a ajuda dos presentes na hora dos berros. Depois cantou “É Proibido Fumar”, do rei Roberto Carlos. Durante essa música, Gabriel, fumante confesso, lamentou a nova lei, que proíbe fumar em ambientes fechados. Alguém deu a ele um cigarro. Ele agradeceu; preferiu não acendê-lo, mas passou um bom tempo com ele na mão.

O grande momento de Gabriel viria logo depois, com “Meu Sangue Ferve Por Você”, de Sidney Magal, cantada em dueto com Érika. O líder do Autoramas chegou a tentar uns passinhos. Não foi lá muito bem sucedido, mas foi divertido de ver. Outro dueto do casal veio em “A Mais Pedida”, que o Raimundos gravou no fim da década passada com participação da própria Érika. “Abre a Rodinha”, de Sarajane, abriu rodas no meio do público e manteve o clima de diversão que tomava o ambiente. Antes da última convidada aparecer rolou “A Menina Dança”, do Novos Baianos.

Rosana entrou e fizou sozinha no palco. Foi para trás do teclado e de lá mandou “Custe o que Custar”, com direito a mãozinhas para cima no refrão. Depois a cantora chamou a banda e mandou outra balada, esta mais conhecida: “Nem Um Toque”. “O Amor e o Poder”, seu grande hit veio em seguida.

No finalzinho da festa, todos os participantes do show subiram ao palco para cantar “Dancing Days”, das Frenéticas. Érika Martins lembrou que o Mix Music era um evento que prezava pela diversidade sexual e que todos estavam ali para comemorar o direito que cada um tem de gostar de quem bem entender, independente das preferências. “Whisky A Go Go”, do Roupa Nova, e “I Will Survive”, de Gloria Gaynor (nesta, Gabriel Thomaz fez com a boca os solos de metais), puderam fim à apresentação.

Os cantores e os excelentes músicos da banda de apoio se despediram, mas o público não estava pronto para ir embora. Para um último adeus, Rosana subiu mais uma vez e mandou um bis de “O Amor e o Poder”, com participação especial de Érika Martins e de Hanilton Scofield, produtor do Mix Music, que arrancou gritos do público com sua dancinha sensual. Agora, sim, era o fim do festival. Quem foi se divertiu bastante.

Texto: Bruno Palma
Fotos: Thais Viana

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