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Nov
01

Arquivo do Rock Brasileiro Tour Interior de São Paulo 2010

ARQUIVO DO ROCK BRASILEIRO

TOUR INTERIOR DE SÃO PAULO 2010

Projeto Arquivo do Rock Brasileiro, que resgata as origens do estilo em nosso país, divulga lista de cidades a serem visitadas por sua exposição itinerante em sua terceira etapa agora em novembro de 2010.

APRESENTAÇÃO

O Arquivo do Rock Brasileiro resgata as origens do rock brasileiro, enfatizando o período de sua formação, de 1955 a 1979, com gravações, capas de discos, livros e revistas e imagens de fotógrafos como Mário Luiz Thompson e Conceição Almeida e produtores como Antônio Aguillar. E mantém um site www.arquivodorock.com.br com mais de 300 verbetes e 1000 arquivos de áudio, a maioria deles nunca digitalizados anteriormente.

O projeto além de ser uma exposição itinerante, desenvolve diversas atividades artísticas. Na área do audiovisual podemos destacar a exibição de documentários e filmes onde o rock tem destaque na trilha e no enredo. Na parte musical ocorrem shows musicais de grupos de veteranos do rock nacional. Outra atividade prevista é uma palestra em cada cidade, onde o curador do projeto Ayrton Mugnaini Jr fala sobre como o projeto foi desenvolvido.

A primeira edição do projeto foi desenvolvida a nível nacional, sob o patrocínio da Petrobras, realizando exposições em diversas cidades durante os anos de 2007 e 2008, sendo duas na capital de São Paulo, além de Curitiba e Londrina (PR), Cuiabá (MT), Rio Branco (AC), Uberlândia (MG) Recife (PE) e Brasília (DF). Na segunda etapa em 2009, o ARB realizou sua primeira turnê pelo interior de São Paulo, visitando as cidades de Pirapora do Bom Jesus, Mairiporã, Jacareí, Santo André e São Caetano do Sul.

Para a terceira etapa em 2010, o ARB visitará outras cinco cidades do interior de São Paulo. As cidades selecionadas para a realização do projeto são: Diadema, Jandira, Embu Guaçu, São José dos Campos e Biritiba Mirim. Em cada cidade teremos palestra com o curador Ayrton Mugnaini Jr. e apresentação especial da ARBanda tocando sucessos do rock brasileiro desde suas origens nos anos 1950 a sua explosão e amadurecimento nos anos 1970.

O Arquivo do Rock Brasileiro – Tour Interior de São Paulo 2010 é apoiado pelo Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura – Programa de Ação Cultural 2010.

DATAS E LOCAIS

05, 06 e 07 de novembroDiadema – Centro Cultural Nogueira | Rua Marcos de Azevedo, n°240

 09, 10 e 11 de novembroJandira – Faceq | Via de Acesso João de Góes, n° 2335

 16, 17 e 18 de novembroEmbu Guaçu – Centro Cultural | Praça Ivan Braga de Oliveira, s/n°

 19, 20 e 21 de novembroSão José dos Campos – OCR Altino Bondesan | Avenida Olivo Gomes, n°100

 26, 27 e 28 de novembroBiritiba Mirim – Palco da Praça | Praça São Benedito, s/n°

 SOBRE A PALESTRA

Ayrton Mugnaini Jr., curador do Arquivo do Rock Brasileiro, traça as influências, origens e desenvolvimento do rock brasileiro desde os anos 1950 a 1970, com o auxílio de gravações (em CD), mostrando as raízes do gênero com exemplos anteriores, dos anos 1930 e 1940, quando já havia artistas brasileiros experimentando com o blues, o jazz e outros gêneros que, ao mesmo tempo, contribuíram para o nascimento do rock nos EUA. Saberemos também como o rock, música criada fora do Brasil, seguiu o exemplo de outras músicas estrangeiras como a valsa, o tango e a guarânia que, ignorando a xenofobia e o purismo de muitos, aclimatou-se a ponto de se abrasileirar. Lembraremos também as diversas fases e estilos de rock brasileiro, como as primeiras fusões do rock com ritmos brasileiros como samba e baião, já nos anos 1950; o fenômeno de massa da jovem guarda; os primeiros grupos pesados como A Bolha e Patrulha do Espaço; o pop cantado em inglês dos anos 1970; e o val e-tudo do tropicalismo.

ARBanda

A idéia de formar uma banda para incrementar as exposições do Arquivo do Rock Brasileiro veio de André Pomba, diretor do projeto, ainda em 2007, e acaba de ser viabilizada. O repertório da ARBanda se compõe de sucessos do rock brasileiro desde suas origens nos anos 1950 a sua explosão e amadurecimento nos anos 1970. Não se trata de “banda cover”, pouco se importando com os arranjos originais, porém mantendo a garra e irreverência que são requisitos importantes para o melhor rock em qualquer época e local.

Os integrantes da ARBanda são:

Patrícia Toscano (vocal): pode ser considerada uma Pat Benatar brasileira, já que tem formação erudita (foi aluna de Benito Maresca e da regente Dálete Alécio) e usa muito bem sua técnica e versatilidade a serviço de tudo: rock, samba, casamentos (no grupo Unisson e, como suplente, no Almanak), musicais (como Leminski, Limão e Gelo) e até óperas completas, como La Traviata de Verdi, encenadas pela Companhia da Ópera.

Laércio Muniz (bateria): também correu o Estado de São Paulo tocando no musical Leminski, Limão e Gelo, além de ter estudado na Escola de Música e Tecnologia (EMT) com o professor Caio Dohogne, sob a supervisão de Giba Favery. È, além disso, integrante do grupo Tropicaos. Nem parece que ele toca há apenas cinco anos.

Marcelo Cernuschi Agulha (guitarra): também é integrante do Tropicaos. Estudou na Academia de música Carlos Iafelice, com o professor José Renato, que aplicou o método desenvolvido por Mozart Mello. Atualmente estuda com Leandro Brenner, que aplica o método desenvolvido por Nelson Faria. Integrou bandas como Banda Bambu, The Guapos, Cabrones e The Judes. Não participou do musical Leminski, Limão e Gelo, mas tocou nos grupos teatrais A. Jaca Est e Caligraferia.

Leonardo William Freund (guitarra): outro que se esbaldou tocando no musical Leminski, Limão e Gelo, e atualmente integra as bandas Freund’s Party (composições próprias) e Roclowns (que transforma tudo em rock).

Ayrton Mugnaini Jr. (contrabaixo): onde já vimos este nome? Ah, sim, é o curador do ARB. De seu CV musical podemos citar que foi integrante da primeira fase do Língua de Trapo e da segunda fase do Magazine de Kid Vinil, atualmente está n’A Banda liderada por Tato Fischer, lidera seu próprio grupo, o TONQ (Tosqueira Ou Não Queira) e tem composições gravadas ou sampleadas por Falcão, Pato Fu, Nasi & Os Irmãos do Blues e outros. Estudou canto lírico com Graziela Sanches e violão flamenco com Cristina Azuma. E é integrante do Clube Caiubi de Compositores. Só faltou tocar no Leminski, Limão e Gelo, mas compôs a trilha do musical Olho da Rua do saudoso Paulo Yutaka, encenada por alunos da EAD da USP.

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